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Girafa nasce no Zoo do Beto Carrero World

Girafa nasce no Zoo do Beto Carrero World

21/02/2017 09h58 Atualizada há 3 anos
Por: Redação
Girafa nasce no Zoo do Beto Carrero World
Foto: divulgação
No dia 12 de fevereiro o Zoológico do Beto Carrero World ganhou uma nova integrante, a mais nova girafa brasileira. O filhote é uma fêmea, e foi batizada de Catarina, em homenagem ao estado onde o empreendimento está localizado, Santa Catarina.

Foto: divulgação
Após cerca de 15 meses de gestação, a girafinha nasceu com 1,90m de altura e pesando cerca de 80kg. A bióloga Kátia Cassaro, responsável pelo Zoo Beto Carrero World, recebeu a novidade com alegria. “Ela nasceu muito saudável, e está se desenvolvendo muito bem nestes primeiros dias de vida”.


O Zoológico do Beto Carrero World firma, cada vez mais, sua importante participação na preservação de espécies através da reprodução em cativeiro. Um trabalho sério e comprometido com a natureza é determinante para elaboração de recintos com condições favoráveis para que os animais possam procriar, e assim, aumentar a população e a chance de que sejam reintroduzidos em grande número a natureza. 


Por ação do homem, com a destruição do meio ambiente e caças ilegais, atualmente a girafa é uma espécie em extinção. “A população de girafas em vida livre caiu 40% na última década. A procriação em cativeiro é uma forma de ajudarmos na conservação e aumento de exemplares de girafas e também de outras espécies” explica José Daniel Fedullo, veterinário do Beto Carrero World.


No Brasil, existem apenas 16 girafas, sendo 5 fêmeas e 11 machos, e apenas dois zoológicos têm casais em condições de reprodução. Agora, a expectativa é que seja feito um remanejo dos animais, para que ocorra a mistura de genéticas diferentes, e a procriação continue acontecendo.



O Parque se destaca entre os zoológicos brasileiros como um dos zoológicos que mais reproduz girafas no país, sendo motivo de orgulho para toda a sua equipe. “A intenção é que futuramente estes animais possam ser reintroduzidos na África, para que vivam em seu habitat e sem risco de extinção”, completa Fedullo.


Fonte: Beto Carrero World
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