quinta-feira, 22 de março de 2018

Doces e Bares

Foto: divulgação

Alguns dias atrás, fui até um bar da minha vila (região oeste de Ponta Grossa). Alguns chamam de mercearia, mas para quem quer se sentir mais em casa e familiarizado com os demais dependentes do estabelecimento, é chamado de bar. 

Sempre que vou, compro um refrigerante para refrescar o dia quente, ou uma cerveja para ter o prazer de tomar e sentir um gosto de final de semana, pego o que comprei e vou embora. Mas nessa vez que fui, pude ir sem pressa e poder enxergar produtos ali expostos que jamais tinha reparado.

Pude ver os doces que faziam parte da minha infância ali, debaixo dos meus olhos: vários doces de amendoim, abóbora, Maria Caxuxa, Maria Mole, todos esses gostos que já foram sentidos quando criança. No alto, acima do balcão principal, alguns brinquedos: uma tombeira de plástico, bonequinhos de guerra, carrinhos de fricção e algumas bonecas de vestido rosa. 

Foi estranho mas ao mesmo tempo bom, me deparar com gostos e artefatos da infância, não era mais eu ali, e sim aquele garotinho que ia no bar para especificamente comprar doce, e não cerveja, como hoje em dia.

Feliz, aliviado, só fiquei assim quando saí daquele lugar com uma pequena sacola cheia das lembranças da infância.

Crônica enviada por Adonis Ribaski

*As opiniões e declarações expressas aqui não representam a posição do Jornal Ponta Grossa. Reservando apenas a opinião e pontos de vistas individuais do autor.

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