quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Crítica: Filme Spotlight - Segredos Revelados

Vencedor do Oscar 2016 como melhor filme e roteiro, Spotlight é baseado numa historia real sobre o grupo de jornalistas investigativos do jornal Boston Globe, que descobrem casos diversos casos de pedofilia por padres.

A igreja permitiu abusos de padres durante anos’, foi assim que estampava a matéria do jornal Boston Globe e em 6 de janeiro de 2002 o grupo trouxe a tona casos de pedofilia por sacerdotes e que foram ocultados por décadas pela igreja, e ao qual a matéria rendeu o prêmio Pulitzer 2003, para o grupo.

A trama mostra a batalha dos jornalistas para compor a noticia e ser publicada, o conflito de fontes à cooperar com as investigações, suas buscas incansáveis para desvendar o crime que até então estava oculto mas o  filme não abre para o detalhe sobre os abusos e sim traz como foco principal a equipe investigativa o SPOTLIGHT.

Michael Rezendes (Mark Ruffalo) o jornalista de fala ansiosa, meio esquisito, se comove com os fatos descobertos, e até então a melhor interpretação do filme, e ao qual foi indicado para o Oscar. Rachel McAdams estava mais contida e às vezes sem muita expressão e Michael Keaton sendo ele mesmo, não comovendo nas interpretações.

Depois do fracassado filme Trocando os pés (2014) com Adam Sandler, Tom McCarthy acerta nesse filme em mostrar em planos longos e as algumas vezes simples para compor cenas com mais realismo.
RECOMENDO!

SPOTLIGHT: Segredos revelados/Spotlight. Direção de Tom McCarthy. Roteiro de Josh Singer. EUA, 2015. Drama/thriller. 128 Min. Com: Mark Ruffalo, Rachel McAdams, Michael Keaton, Stanley Tucci, Liev Schreiber, Bryan D’Arcy, Neal Huff, Jamey Sheridan.

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